quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

para calar o poema

Te amo com a urgência de uma borboleta que tem mais tempo de casulo do que para voar - e com a cautela que se tem para manter contato físico com uma joaninha.
(...)
Te amo com a necessidade de quem precisa dormir mas para isso precisa calar o poema que fica ecoando na sua cabeça - e por isso escreve.


Ana Suy. Das urgências. Não pise no meu vazio. 

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