(...) Virou mais uma página. O relógio batera duas horas já há algum tempo. Normalmente, a essa hora não havia ninguém no teatro; hoje, porém, ele vivia; ouvia-se o ruído da máquina de escrever e o abajur espalhava sobre os papéis uma luz rósea. "E eu estou aqui, o meu coração bate. Hoje o teatro possui um coração que bate."
A convidada. Simone de Beuvoir
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