Venturosa de sonhar-te,
à minha sombra me deito.
(Teu rosto, por toda parte,
mas, amor, só no meu peito!)
-Barqueiro, que céu tão leve!
Barqueiro, que mar parado!
Barqueiro, que enigma breve,
o sonho de ter amado!
Em barca de nuvem sigo:
e o que vou pagando ao vento
para levar-te comigo
é suspiro e pensamento.
-Barqueiro, que doce instante!
Barqueiro, que instante imenso,
não do amado nem do amante:
mas de amar o amor que penso!Cecília Meireles
Olá, Naty!
ResponderExcluirAmei o seu blog, muito poema de bom gosto...
Estava procurando na net um poema do Mia Couto, e acabei chegando até vc. Já te sigo, pq gostei muito daqui!!
Beijosss
Querida, voltei!!!
ResponderExcluirCreio que nada é por acaso mesmo, veja só: te conheci ontem, e hoje volto aqui para convidá-la a participar de uma brincadeira no Espaço Aberto, gente da melhor qualidade!!!
O endereço é
http://um-blog-para-todos.blogspot.com/
Venha conosco, Naty, que vc vai gostar, além de fazer ótimos amigos...
Não deixe de vir, diga que é minha convidada.
Beijos!